sábado, 15 de agosto de 2009
Nem de propósito...
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
No dia 14 de Agosto de 1956 morreu Bertold Brecht

O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha, da renda de casa,
dos sapatos e dos remédios
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e enche o peito de ar
dizendo que odeia a política.
Não sabe, o idiota,
que da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos
que é o político vigarista, aldrabão,
o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A formiga no carreiro
Mantenho a admiração que antes tinha pelas qualidades dos outros candidatos, particularmente do Vítor Frazão e do Paulo Fonseca (não conheço o candidato do CDS-PP), mas não sigo pelo caminho deles.
Sei que o povo do concelho de Ourém não costuma manifestar grande apoio à CDU, mas tenho esperança que o meu contributo possa ser ocasião para reavaliar algum preconceito. Se mais alguns perderem o medo e a democracia ficar um bocadinho mais colorida, isso já é justificação suficiente para o meu empenho.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Informação nº 1 da Coordenadora da CDU-Ourém

João Filipe Oliveira, professor no agrupamento de Escolas de Freixianda
• o primeiro da lista à Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora da Piedade
Luís Neves, professor no Agrupamento de Escolas Ourém
Margarida Poeta, funcionária política
domingo, 9 de agosto de 2009
Para ficar claro
sábado, 8 de agosto de 2009
Não se trata de competência ou incompetência mas de política
Na verdade, no Município de Ourém, "Entre 2000 e 2008, a dívida a terceiros mais do que triplicou (a dívida a terceiros de prazo curto, essa, quase octuplicou). No mesmo intervalo, a despesa mais do que duplicou. A receita é que nem tanto. Desde 2002 que a receita é claramente inferior à despesa. No acumulado de 2004 a 2008, a despesa foi superior à receita em 50 milhões de euros. Ou seja, em média, em cada um dos cinco anos últimos o município dispendeu mais 10 milhões de euros do que arrecadou. De 2004 a 2007 a dívida a terceiros foi superior à receita. Em 2008 uma e outra foram praticamente iguais (embora seja de referir que nesse exercício o município teve uma receita extraordinária de aproximadamente 5 milhões de euros, resultante da alienação de terrenos relativos aos complexos desportivos de Ourém e de Fátima à empresa MaisOurém)."
No entanto, se considero dever ser este um tema a privilegiar na campanha eleitoral, há três observações que quero deixar:
1. A competência ou incompetência de uma gestão não se avalia exclusivamente por números como estes, porque importaria juntar ao serviço do que e como se endividou a Câmara (o que, a meu ver, é revelador de incompetência, mas de outras coisas mais, que todos os números), que dificuldades exógenas teve essa gestão (como poder autárquico num contexto centralizador e, em parte, de maioria absoluta de côr adversa), como neste período o endividamento geral foi crescente, antecipando a "crise" em que estamos;
2. Não podem estes números e gráficos servir de argumento que leve a recuperar a estranha ligeireza de afirmações do Dr. Silva Lopes que, bem ao contrário de Sérgio Faria, não tiveram qualquer seriedade, rigor, fundamentação... competência;
3. Se Sérgio Faria queria, deste vizo, entrar na contenda em que duas forças políticas abusadamente se degladiam como se só elas existissem (é verdade que só elas têm os meios...), os atributos que lhe são reconhecidos, e que me prezo de bem conhecer, deveriam tê-lo levado a lembrar que para essa evolução das finanças do município, que ele trata e retrata, contribuiram essas duas forças uma vez que o PS em muito do que mais a influenciou não se opôs ao PSD, quer no executivo, quer na Assembleia Municipal de que SF é tão atento observador e comentador, e, já agora..., lembrar também que houve uma força política, eleita na coligação CDU, que sempre esteve contra as opções político-partidárias e suas estratégias que provocaram esta situação, e que (quase) sempre votou contra.
4 (ad-hoc, ou talvez extemporânea e desnecessária). Esta minha posição seria tomada em qualquer altura, estivéssemos próximos ou longe de 11 de Outubro e, na campanha em que já estamos mergulhados (por vezes em banho de lama que não partilharei), serve para dizer que nela estarei, de corpo inteiro, sem atacar ninguém pessoalmente, exclusivamente ao serviço do que julgo melhor para os meus vizinhos e que se traduz na candidatura CDU de que sou o primeiro da lista para a Assembleia Municipal.
domingo, 2 de agosto de 2009
Citação de Sérgio Ribeiro em Vitor Frazão - Ourém - 2
Dou-lhe o benefício da dúvida de desconhecer a situação. Na azáfama eleitoral, que acumula com as responsabilidades de Presidente da Câmara de Ourém, compreendo que esteja a alheio a situações como a que me trazem a si. Compreendo… mas não posso aceitar!
Na secção “citações” do seu “site” de propaganda eleitoral reproduz-se parte de uma frase minha em que dou uma opinião sobre o que avalio como postura do PS em relação a um caso concreto. É inaceitável, em termos de ética. Já o seria se eu não fosse candidato de uma outra lista, mas, sendo-o como é consabido, considero lamentável que, em material de propaganda do PSD, se transforme em ataque a uma lista do PS parte truncada do que eu, que sou candidato da CDU, disse.
Chamei a atenção para o facto, por e-mail, esperando que tal fosse corrigido, com a eliminação da “citação” justificada com base na minha reacção.
Verifico, quase uma semana passada, que tal não foi feito e passo a considerar a manutenção como “citação” da minha truncada frase um abuso. Para que lhe chamo a atenção e que denuncio.
O modo como o PS e o PSD locais fazem a campanha eleitoral, com os meios que mobilizam, merece toda a minha discordância mas isso nunca me fará entrar por procedimentos que condeno. Como este que explicito e que me leva a vir solicitar-lhe intervenção. Que fique claro que não autorizei, nem autorizo, quem quer que seja usar partes de frases minhas para atacar outros. Quem o fez e persiste está a praticar um abuso de confiança.
A consideração pessoal do
Sérgio Ribeiro
