Hoje, às 18 horas, 1º jogo oficial da época 2009-2010, contra o Vasco da Gama, de Sines.
Bom começo!
sábado, 3 de outubro de 2009
Que presente no desporto oureense?
Cometi a imprudência de, antes de me deitar, ler o NO, e em particular as duas páginas dedicadas ao futuro do desporto para Ourém. Não resisto a um breve comentário, roubando tempo ao escasso tempo para dormir.
Não faço este comentário como candidato da CDU porque o prof. João Filipe respondeu ao questionário, em nome da coligação por que somos candidatos, e concordo inteiramente com as suas respostas. Faço-o a título estritamente pessoal. E só assim o faria, como sempre se pautou a minha intervenção cidadã enquanto fui presidente da direcção do Juventude Ouriense, sempre "separando as águas".
Ler o que os candidatos do PSD e do PS dizem faz-me sentir num mundo de ficção, para não dizer de mentira. Durante quatro anos fui presidente do JO, já tendo sido antes do Conselho Fiscal, a que voltei, com a satisfação de ter deixado a direcção muito bem entregue. Nesses quatro anos, tive a grande alegria de, com os praticantes e os meus companheiros de direcção, termos conseguido alguns feitos notáveis, quer na formação quer na competição, com notoriedade particular para duas épocas na 1ª Divisão Nacional de hóquei em patins (mas outros feitos, na patinagem, na natação, no futsal, nas camadas de formação de nenhum modo desmerecem essa inesquecível e digna presença oureenseno mais alto escalão do desporto nacional)
Mas a experiência foi muito dura. Da parte da Câmara-PSD, por vezes senti, mais que falta de apoio, hostilidade personificada no Presidente da Câmara, David Catarino, da parte do Governador Civil-PS houve, primeiro, o acabar com um subsídio que o clube recebia do anterior Governador Civil, e o adiantar de promessas que nunca se cumpriram, foi, depois, a falta de resposta a ofícios e convites, a aparente ignorância da existência da colectividade. Com a agravante do candidato do PS, que era o Governador Civil, vir agora atacar a Câmara, servindo-se do Juventude Ouriense como exemplo de falta de apoio desta ao desporto oureense. Não qualifico a postura.
Pior ainda foi, entre os dois mandatos, uma clara e lamentável tentativa de partidarizar a direcção da colectividade, o que então se evitou, tendo-se criado as condições para a solução de sucessão encontrada, em que o JO continua a ser, como foi durante os dois mandatos em que estive à frente da direcção, absolutamente despartidarizado.
E é quase chocante confrontar essa experiência, essas vivências, com afirmações para o futuro como se o passado e o presente não tivessem existido e com aqueles protagonistas. O candidato à sucessão na Câmara ignorando o que foi o calvário do JO face ao executivo que integrava (não obstante esforços baldados que fez para não fosse pior ainda), o candidato "à mudança" fazendo-se esquecido do seu comportamento relativamente ao JO enquanto Governador Civil (apesar de justas as referências feitas como exemplares).
Haja comedimento!
Resta esperar, quanto ao futuro, e desse deveriam ter falado sem deturpar ou apagar o passado, que estar a direcção do JO liberta de quem poderia ter sido o causador da animosidade incontestável pas forças que representam, como candidatos, participem em executivos que tenham outro comportamento.
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a tempo: antecipo, para encerrar e não "dar corda" ao que eventualmente possa aí vir, que o requentado argumento-acusação de que "sou queixinhas" não me inibe, porque o que faço é não me calar quando tenho o facto, a realidade, a darem-me força para denunciar o que entendo dever fazer, esteja eu implicado ou não.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Sobre programas e estratégias
Como cidadão oureense, e economista que foi aluno e professor na mesma escola que Augusto Mateus e Silva Lopes, não ia faltar a uma sessão em que os intervenientes anunciados eram esses colegas (que gostaria de ter cumprimentado, mas não houve oportunidade fora do contexto propaganda eleitoral), e o motivo da sessão era uma proposta de programa estratégico para Ourém.
Não vou comentar - agora e aqui - o que foi aquela sessão. Venho apenas dizer que me parece significativo que, hoje, 4ª feira após o sábado da sessão, no blog da campanha Paulo Fonseca (e PS, presumo...), ainda se anuncia a sessão que já foi e nada venha sobre o que foi resumidamente apresemtado, e anunciado foi que 2ª feira estaria on-line. Programa eleitoral? Em construção!
De passagem se diga que melhor não estão as coisas na campanha Vitor Frazão (e PSD suponho...) onde, on-line, não há espaço para questões globais, programáticas e estratégicas.
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em tempo: já lá está no blog o anunciado, embora não como programa eleitoral. Irei ler e estudar, como é devido
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Mas eu tenho tomado os medicamentos todos...
Estou perturbado. É, decerto, da minha provecta idade.
Será já o sacana do alemão (ou será austríaco?... como é que ele se chama?, o Alqualquer coisas?) ou será um ataque do primo do germano-austro-húngaro, do inglês (como é que chama o amaricano?... Parkímetro ou coisa assim, não é?).
É que vejam lá que não me apercebi quanto Portugal se modernizou sob a governação do eng. Pinto de Sousa, nem que o País resultante dessa governação desse dito cujo é um País diferente, que dá esperança aos empresários e confiança aos cidadãos.
Como é que isto me passou?
Mas eu tenho tomado os medicamentos todos e ido aos tratamentos... Vou já marcar uma consulta no médico de família... Mas, espera aí..., a médica que era o meu médico de família reformou-se, foi depois contratada para ser outra vez médico, mas já não de família, e já deixou de o ser. Ou estou a fazer confusão? Isso foi na educação, com os professores, mas esses são uns ingratos, alguns até bebedolas... ou bebedolas é o da madeira serrada para caixas? Mas este parece-me que é de outra anedota...
'Tou tramado! Estou a baralhar tudo...
Desisto.
Desisto. Até porque foi tudo dito: Portugal modernizou-se à brava, o País dá toda a confiança a toda a gente, tudo graças ao senhor arquitecto (... ou é engenheiro?) É engenheiro? Lá estou a baralhar... se calhar não é...
Adeus.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Inqualificável
Acabo de ler, em O Castelo, um texto absolutamento inqualificável de um sr. Pedro Figueiredo. Há um mínimo de bom senso e de bom gosto que se deveria impor para evitar estes excessos de baixeza e de falta de respeito pelos outros, até por aqueles que poderão, também, ter alguns claros défices de bom senso, de bom gosto, de equilíbrio. Um verdadeiro salto na escalada de agressão ao civismo, à convivência democrática.
Ao nível de Alberto João Jardim, mas este ainda tem a desculpa das "ponchas", enquanto nem o nosso palhete, nem o fraco manejo da língua em que se expressa o autor da diatribe, podem servir para sequer atenuar a inqualificável prosa!
Um blog do nosso concelho - o suplemento de alma - publicou um artigo de quem se presume seja um novo colaborador, o dr. Proença de Carvalho, uma vez que não é citada a fonte... coisa que não pareceria aceitável, acaso fosse de outra origem e não original.
Nesse artigo, o distinto causídico (é assim que se diz não é?), tem este parágrafo:
«Quando Sá Carneiro foi cobardemente vilipendiado pelo jornal "Diário", do Partido Comunista, não me recordo de o Partido Socialista ou o CDS terem alinhado, por acção ou omissão, nessa campanha, nem vi alguém acusá-lo de por em causa a liberdade de imprensa quando perseguiu criminalmente nos tribunais os responsáveis pela calúnia.»
Tanto quanto me lembro - e até me acusam de ter "memória de elefante" - há ali confusão do Dr. Proença. O dr. Sá Carneiro não foi "cobardemente vilipendiado", foi sim acusado de dever à banca uma importante maquia relativa a um empréstimo pedido antes do 25 de Abril, para jogar na Bolsa, importância que, depois, com o evoluir dos acontecimentos, não se teria visto em condições de pagar. Mais, se alguém vilipendiou o dr. Sá Carneiro foi quem o atacou cobardemente, a pretexto da sua vida pessoal, que só a ele e a quem com ele estava pessoalmente relacionado respeitava. E quem o fez não foi ninguém do Partido Comunista, que considera tais procedimentos condenáveis e não alinhou nessa campanha indecente contra o dr. Sá Carneiro.
Tipo de campanhas que, aliás, continua a servir de exemplo para actuais campanhas, em que a ética e o respeito pelo que é vida pessoal de outros não são praticados, e até são aparentemente esquecidos.
Como é evidente, e dispensável deveria ser dizê-lo, este comentário nada tem de pessoal e é estritamente político. E apenas se coloca para registo.
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