segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Estou no Rio de Janeiro

Em outros "blogs" que animo, já disse que estou no Rio. Não por jactância, mas porque gosto de contar coisas dos sítios onde vou.
Aqui, neste outro cantinho, e para que não haja confusões, também o venho dizer aos meus conterrâneos. E palavra de honra que não fiz escala em Milão... nem nunca fiz ou farei uma coisa daquelas. Nem ao Berlusconi, nem a outros seus confrades.
Agredido já fui e tenho sido, mas nunca agredi ninguém. O que não quer dizer que dê a outra face...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Juntas e juntas, Grupos e grupos

Ora aqui está (et voilá!?) uma reflexão sobre que vale a pena reflectir.
Para meu gosto requintado, juntava-lhe uma pitada de um ingrediente chamado clientelismo q.b.polvilhado pelas dedinhos da pressão de quem detém o poder executivo camarário sobre os que foram eleitos para serem os fregueses-mor...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O art. 43º. 4. do Regimento da AM de Ourém:

(...)
43º. 4. A palavra é concedida aos Vereadores, nos períodos de "ANTES DA ORDEM DO DIA" e da "ORDEM DO DIA", para:
a) Intervir nas discussões, sem direito a voto, por solicitação do plenário, ou com a anuência do Presidente da Câmara ou de quem o represente;
b) Exercer, quando o invoquem, o direito de defesa da honra, desde que os motivos invocados sejam reconhecidos pela Mesa da Assembleia Municipal.

O direito ao suicídio

A resposta dada por Paulo Fonseca ao Jornal de Leiria, sobre a sua não autorização a que Vitor Frazão falasse, como vereador, na última Assembleia Municipal é, numa palavra, lamentável.
Se a intenção fosse a de fazer humor, seria de péssimo gosto e revelador do maior desrespeito por um adversário político e... colega de vereação. Mas não foi.
Tendo sido "a sério", dizer que não se deu a palavra a alguém para o defender da sua propensão para o suicídio verbal demonstra uma arrogância e uma desonestidade intelectual que coexistem muito mal com funcionamentos que se queiram com um mínimo de democracia.
E, consciente de todos os riscos de interpretação que corro, deixo duas observações:
- mais difícil que saber perder parece ser saber ganhar;
- esclareço que não recorri à alínea a) do ponto 4. do art. 43º do Regimento (como o teria feito relativamente a situações semelhantes em anteriores mandatos) por Vitor Frazão ter dado a indicação que falaria do público (o que não fez), além de que outros membros da assembleia estariam em melhores condições para usarem tal figura regimental.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A Banda de Vila Nova de Ourém em Vigo

A propósito da recente deslocação do Chorus Auris (parabéns!), fui descobrir, no meio de papeis por aí espalhados, documentação sobre a deslocação da Banda de Vila Nova de Ourém a Vigo, em Agosto de 1963. Há 46 anos. Grande acontecimento!
Tanta cara conhecida e amiga!
Do progama fazia parte uma peça, "Pequena suite", do nosso maestro Ferreira da Silva.
Não fui a Vigo (em Agosto de 1963 estava no Ajube...), mas acho que o meu pai foi e guardou para mim esta bela recordação.

A transparência e os seus vários níveis de opacidade e de selectividade

Prezo muito a transparência. Ponto final.
E quando se fala tanto de transparência, como imagem de si próprio que se quer dar, fico incomodado por se assemelhar a um exercício de enganar os outros. Há que ficar de sobre-aviso.
Por exemplo ( e mau...), não me parece curial que, no Portal do Município de Ourém, onde se publicam as actas das sessões, quer da Assembleia Municipal, quer da Câmara Municipal, que os membros aprovam ou não, se publiquem também "notícias" sobre essas sessões. Acho mesmo... pouco transparente, e não me revejo no relato feito, em que referem posições que lá tomei, relato que, noutro lugar, toleraria, mas ali não. Como o farei saber, por outras vias!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ideias (?) bem escritas (?)

Postei, num outro blog de minha autoria e responsabilidade, o que aqui se pode ler. Surpreendeu-me (palavra...) que tal escrito tenha provocado esta reacção.
Se pela boca morre o peixe, se mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, pelo descuido se apanha uma paranoia.
Quem pretende ter ideias, e a pretensão de as escrever bem, descuidou-se.
Que têm os 7,88% (ah!, foi?) a ver com o repetido discurso do Doutor Vitor Constâncio de que os males da economia merecem sempre a mesma terapêutica: a da moderação salarial?
Disse-o o Doutor Constâncio quando era membro de governos de Vasco Gonçalves, redisse-o quando era secretário-geral do PS e candidato a 1º ministro contra Cavaco Silva, repete-o, exaustivamente, como Governador do Banco de Portugal, faraonicamente pago para dizer coisas destas na condição de guru, ainda que sempre desmentido pelas realidades.
Por muito que incomode quem tão pouco parece pensar e tão mal escreve, cá continuarei. Tendo ideias e escrevendo-as.
Não utópico... porque sabendo o que quer dizer utopia.