terça-feira, 17 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Ourém fora do texto...
Ser de Ourém é sentir-se frequentemente fora do mapa ou fora do contexto. Desta vez foi fora do texto porque no mapa está.

Comprado o espesso semanal Expresso, lá vinha um caderno Guia de Portugal dedicado a Oeste e Vale do Tejo.
E de onde somos nós, os de Ourém?
Como zona de transição, peça do puzzle que sobrou e se coloca onde der mais jeito (a quem?), pensei: 2/3 de probabilidades de estarmos no caderno. É que umas vezes somos do Oeste, outras do Vale do Tejo, outras ainda do Centro ... 2/3 de probabilidades!
E lá estávamos no mapa.
Mas... em 27 referências relacionadas com todos os concelhos do mapa, Ourém era o único que não tinha qualquer.
Fora do contexto é o que é!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Pode saber-se?
Qual foi o critério, ou os critérios, que presidiram (presidencialmente!) à escolha dos restaurantes para a semana gastronómica?
Qual é a partilha de responsabilidades nessa "selecção" (e outras?) entre o presidente da Câmara e o presidente da Região de Turismo em tudo o que respeita a esta "semana"?
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Isto de auditorias às auditorias e trabalhos afins...
No Correio da Manhã:
«(...)
«(...)
AUDITORIA REVELA ESTUDOS SEM UTILIDADE PRÁTICA
Uma auditoria do Tribunal de Contas (TC) aos 134,1 milhões de euros gastos pelo Estado em estudos, pareceres e consultoria entre 2004 e 2006 concluiu que apesar de o sector público dispor de 96 órgãos ou serviços com funções de natureza consultiva, os gabinetes ministeriais e organismos por si tutelados recorrem a entidades externas para a realização deste trabalho. O TC refere que não foi avaliada a necessidade de os realizar, como sublinha o facto de 41,4% dos trabalhos encomendados não terem tido qualquer aplicabilidade prática.»
Uma auditoria do Tribunal de Contas (TC) aos 134,1 milhões de euros gastos pelo Estado em estudos, pareceres e consultoria entre 2004 e 2006 concluiu que apesar de o sector público dispor de 96 órgãos ou serviços com funções de natureza consultiva, os gabinetes ministeriais e organismos por si tutelados recorrem a entidades externas para a realização deste trabalho. O TC refere que não foi avaliada a necessidade de os realizar, como sublinha o facto de 41,4% dos trabalhos encomendados não terem tido qualquer aplicabilidade prática.»
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Estudos, pareceres, consultorias, a que se podem juntar algumas auditorias...
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(desculpem lá, mas achei piada aos 41,4%...
nem mais de 40%,
nem perto de 42%,
nem quase metade...
41,4%!
é cá um rigor...
porque é que não se diz tantos em tantos?.
isso sim, seria rigoroso.)
quarta-feira, 28 de julho de 2010
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