sábado, 18 de dezembro de 2010

... e uma coisa chamada democracia?

Alguma perplexidade ou estranheza. Apenas alguma.
É de tristeza o sentimento; é de repúdio a reacção; é irritado o pensamento; será sempre de luta a acção! E enquanto...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Inexplicável!

Ao tomar conhecimento, aqui, da ausência do Presidente da Câmara na reunião do executivo em que se aprova o orçamento municipal pareceu-me, bem mais que estranha, inexplicável.
Ou melhor, apenas seria explicável por motivos de doença (e desejar-se-ia, com toda a sinceridade, rápido restabelecimento) ou de serviço (e teria de ser algo de muito importante para ser mais importante que a discusão e aprovação, em sede de executivo, do documento fundamental da gestão)... agora por motivo "de férias" é inexplicável!
Pelo menos, por enquanto.

Vão acontecendo coisas...

Por mal dos meus pecados (e tantos serão...) não estaremos cá.
Que corra bem! Isto é, com muita gente a assistir e a participar.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Francisco Vieira de Figueiredo no Museu


Lá estarei. Com muito gosto.
Com uma questão prévia: sendo um homem que nasceu no Zambujal, e tendo sido uma importante personagem do século XVII, poderá dizer-se que Francisco Vieira de Figueiredo, que saíu desta terra, onde estou e vivo, com 10/12 anos e que aqui não voltou, é um cidadão do Zambujal?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Work in progress...

É com muito gosto que, com autorização do autor (PVH 8775), publico neste espaço uma excelente foto do conterrâneo Paulo Vaz Henriques - Work in progress... (depois da NATO mãos à obra).



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E, depois, vou encerrar este "blog e todo o expediente", por 24 horas...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Palavras que foram úteis

As palavras da anterior mensagem não foram desnecessárias. Pelo contrário!
Não dei grande importância ao caso mas apraz-me dizer que, no portal do Município de Ourém, as palavras ditas e escritas foram tidas em conta, e tive um telefonema de explicações que só honra quem as dá.
Registo!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Palavras eventualmente desnecessárias

Ao contrário do que possa parecer, não gosto de polémicas. Mas gosto de conversar, de discutir, de debater... o que só é possível com quem não pensa (sempre!) como eu.

Pode parecer contraditório... mas o homem é feito de contradições. Mais: também de contra dições.

Parecendo - ou não - tendência para polemizar, não sou capaz de ter para dizer e não o dizer. A não ser quando me convenço (ou me convenceram...) que não vale a pena, que o diálogo se tornou em dois monólogos.

Vem isto a propósito de um rectificação que entendi dever fazer ao que foi dito que eu teria dito sobre Artur de Oliveira Santos. Rectificação que pode não ter ficado muito clara.

Já disse o que disse, e já repeti o que disse. E explico porque insisto: porque está completamente fora das minhas posições essa questão do único, do nº 1, do maior ou do melhor de todos. Qualquer um de nós, seja quem for e sempre, é também os outros.

Como poderia ter ficado a ideia de que o meu querido Artur de Oliveira Santos, o "meu tipo inesquecível" (usando uma expressão das antigas Selecções do Reader's Digest), "a* figura oureense do século XX! E, vejo agora, do século XXI!", seria por mim comparado, para escolher uma como a melhor ou a maior, com outras figuras nacionais e internacionais que tive a oportunidade de conhecer, isso resulta de deficiente expressão minha. Porque... não há!

Fiquemo-nos pela afirmação de que incluiria o seu nome em qualquer lista de figuras que mais me influenciaram, daquelas que tive um grande prazer de conhecer e de que mais gosto de falar.
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* - parece totalmente coerente, ou para ser menos contraditório, deveria retirar este "a" pois AOS foi... "figura oureense do século XX! E, vejo agora, do século XXI", e assim deveria ter terminado a minha intervenção.