quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Resumo da Comissão de Utentes (recebido por mail)

NÃO ENCERRARAM,
MAS NÃO ESTÃO ABERTAS!


O Governo publica legislação que impede a contratação de recursos humanos e depois vem dizer que, como não há recursos humanas, as Extensões de Saúde não podem estar abertas!!!
O deputado António Filipe inquiriu o Ministério da Saúde sobre o encerramento de Extensões de Saúde no Concelho de Ourém.
A resposta informa que não foi determinado o encerramento, mas como faltam recursos humanos não será possível mantê-las abertas.

CUSMT
(Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo)

Obrigado

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Agenda

Uma boa iniciativa.

Conversa de café.

Dia 12, às 15 horas, no Café Central.

Ver aqui.

Não poderei estar. Tenho tarefas por aqui perto já comprometidas. Mas tenho pena...

Boa conversa!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reforma da administração autárquica - as freguesias de Ourém

Há que acompanhar o trabalho de Sérgio Faria (e comentários de Paulo Santos Fonseca e João Filipe Oliveira) em ocastelo, particularmente no que respeita à reorganização autárquica.
Por exemplo, ler este último.
Há estudo e reflexões sérias.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A vigília de 6ª feira - pelo Serviço Nacional de Saúde!

Recebi um e-mail com um comunicado da Comissão Concelhia de Ourém do PCP, que reproduzo (com dificuldades técnicas - e pessoais - maiores que asdo costume):

A MORTE LENTA DAS
EXTENSÕES E CENTROS DE SAÚDE

Já decidiram fechar todos osserviços que tenham menosde 1500 utentes e muitos outros não fecharam porque as populações não deixaram, como em Espite e Matas. Os outros serviços vão fechando lentamente, seja pela falta de médicos, pela não substituição dos que se reformam, seja pela falta de enfermeiros e demais pessoal indispensável ao seu funcionamento. A diminuição dos horários de funcionamento como é o caso do Centro de Saúde de Ourém e os encerramentos de Extensões de Saúde, vãoabrindo caminho para que as unidades de saúde cada vez estejam mais longe dos que delas precisam.
QUEREM POUPAR MILHARES DE MILHÕES DE EUROS
À CUSTA DA SAÚDE DOS PORTUGUESES
E ACABAR COM O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE.
É UMA VERGONHA!
NÃO O PODEMOS PERMITIR!
A Comissão Concelhia de Ourém e o seu colectivo, estando onde sempre esteve, na defesa do Serviço  Nacional de Saúde - público, gratuito e de qualidade, vem manifestar a sua solidariedade com a população de Ourém e seus representantes na luta em defesa dos cuidados de saúde primários e de proximidade. A Comissão Concelhia de Ourém apela ainda a todos os oureenses para que participem na vigília que se realiza na próxima 6ªfeira, 14 de Outubro, junto ao Centro de Saúde de Ourém a partir das 20h00.
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Pela saúde como um direito para todos!
Não ao negócio da doença, e a caridade para os que não possam pagar... desde que o comprovem e o consigam fazer ainda em vida.

Não poderei estar na vígilia. Mas estarei nela com toda a minha solidariedade.
Talvez até acenda uma vela... 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O reordenamento administrativo do território

Na verdadeira histeria reformadora em que este governo se compraz, a toque de caixa do FMI & Cia., fez-se tábua raza de uma Constituição que nunca foi respeitada mas que constrangia, e o reordenamento do território aparece como insólita prioridade, só explicável pela fobia ao Poder Local. Em vez da procura de criar um patamar intermédio que, desde o final dos anos 60, se revela indispensável - numa "filosofia" de descentralização e democratização -, e a Constituição de 1976 consagra, substituiram-se os governadores civis por coisa nenhuma e aparece este "livro verde" num golpe de mágica. É, não a criação do patamar que faltava, mas o destruir dos degraus de uma escada indispensável para que o Poder Central seja efectivamente democrático na estrutura do Estado.
Em relação a Ourém - não sei se ainda se justifica falar em concelho ou em município, o que não é o mesmo, mas, para o caso, parece igual  -, o "serviço público" a que, por vezes, Sérgio Faria se dedica traz informações de grande oportunidade e pertinência. Ver aqui e também aqui.

domingo, 25 de setembro de 2011

Com tristeza e sem afecto

Neste domingo, em conversa com amigos no Vale da Perra, foi falado do que está a acontecer ao antigo edifício da Escola  que ali houve até recentemente. Do seu aproveitamento para actividades interessantes, sobre que vale a pena conversar. E estimular. E divulgar.
Ao fundo, a moldura, belíssima, dos Castelos a encimarem as Silveiras. Quase um encantamento.
De repente, uma grande tristeza tudo enevoou.
Porque me lembrei do meu pai. Que me levava a conhecer as duas pequenas propriedades que tinhamos nas Silveiras, uma sendo vinha, que atravessava todas as manhã para ir à escola dos Castelos, nos primeiros anos do século vinte, e contava, como quem ensina, como foi bom ter passado a poder ir às escolas que abriram no Vale da Perra e na Atouguia, mostrando também a sua alegria e orgulho por ter contribuído para a Escola Primária (primeiro só posto escolar) no Zambujal.












Escola do Zambujal em 2004
(estão menos de 19?, feche-se!)

Um tristeza. Funda, impotente. Não por me lembrar do meu pai, tantas vezes lembrança que me alegra, mas por ver destruirem-se sinais de progresso, de valorização do chamado "interior", a  destruição de um futuro humanizado em nome de um progresso que é estatistificação de tudo, no fundo a redução de tudo a cálculo monetário e negócio.
Como o ilustra essa notícia absurda de que o serviço público dos correios deixou de se prestar num edifício público na sede da freguesia ("os correios agora são na loja da Paula"!!!), parendo-me ter recuado décadas!